Quando comecei a vir para Paraíba do Sul no final dos anos 70, sempre ouvia falar em falta de água na cidade, em decorrência do nível do rio subir e queimar a bomba d'agua. Ontem ficamos o dia inteiro sem abastecimento. Dessa vez, com a enchente na cidade, retiraram a bomba do rio (esta parece ser a prática, para que a mesma não queime).
Os comerciantes que resolveram ligar para Prefeitura para solicitar um carro pipa (principalmente donos de restaurantes), pois precisavam de água, não só para preparo do alimento como também para limpeza interna e externa causada pela enchente. Aqui cabe um parêntese: a demora ou a falta de equipamentos para limpeza da cidade, parece ser uma reclamação geral. As pessoas que para lá ligavam, recebiam o número do telefone da empresa que presta serviço para o Município. Ao entrar em contato com a empresa, descobriam que o serviço custava R$100,00 por mil litros de água.
Discutindo o assunto em nosso "escritório", ficou claro que ninguém entende a retirada dessa bomba. Segundo explicações, a bomba fica com a base encostada na superfície do rio e o restante acima. A partir disso, surgiram as ideias: Por que não subir um pouco mais a bomba (a parte que fica acima do nível), colocando-a num platô?
No meio dessa discussão, falaram que o Nézinho da areia tem uma bomba e a mesma não é retirada, pois sobe junto com o rio.
Como tecnicamente não entendo muito bem do assunto, sugerimos que a mesma fosse colocada numa espécie de boia, para que cada vez que o rio subisse, a bomba também o fizesse. Essa boia poderia ser feita de garrafas Pet, por exemplo.
Fica aí a discussão para todos, e quem sabe tenhamos uma solução para apresentar a CEDAE, pois nos dias de hoje ficar sem água por um problema desse tipo, parece-me falta de vontade ou preguiça em pensar, mesmo que o método para solução não seja esta boia aqui sugerida.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
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Valeu Carpinter pelo envio do texto do blog para o presidente da CEDAE. Vamos aguardar a resposta. Se conseguir já terá valido a pena.
ResponderExcluirJoão Sales